E a caminhada continua ao relento, agora na calma tarde que se põe sob as montanhas tampouco congeladas. Ainda que os pés daquele velho senhor parecessem doloridos e maltratados de uma longa caminhada de noites e noites ele continuava firme e sem se queixar como se algo maior prevalecesse.
Sem saber por onde seguia, o alto andarilho com barbas tecidas por fios de prata, tardou a notar um minúsculo casebre em chamas onde era possível ver suas nuvens de fumaça a léguas dali. Com mais força, foi em desabalada carreira a diante do casebre. Enquanto corria se viu ultrapassado por uma bela moça com trajes que somente cobriam o necessário feito do encontrável mas ainda sim era utilizável, montada em um cavalo de desdenho impressionável que também seguia para o terreno em chamas.
Pouco tempo após o acontecido não se via mais o fogo e o andarilho chegava finalmente ao casebre, agora as apresentação ja podiam acontecer e a jovem de nome Indía Acrej revelou seu lugar de moradia, uma légua e meia a noroeste. Indía e Arem Kingsley, o andarilho, entraram na casa recém-queimada para ver se havia alguém. Nada dentro, do lado de fora talvez. A decepção aconteceu, havia um homem morto, mas não pelo fogo. Com um encontro marcado para o dia seguinte em voltar aquele lugar Kingsley e Indía partiram para passar o que sobrou da noite na moradia da moça das matas.
Kingsley, 314 a MaR